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	<title>O Procrastinador Profissional &#187; Ed</title>
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	<description>Observações e comentários preguiçosos, por Eduardo Morais.</description>
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		<title>Adolescente nos trintas</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 13:25:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Perguntei à minha mãe se não teria &#8220;um prato ou coisa do género&#8221; que me pudesse ceder, de modo a eu ter um sítio fixo onde pousar a carteira e as chaves quando chego a casa. Deu-me um bonito cinzeiro em cobre, mas com uma advertência: &#8221;Não é para começares a fumar&#8221;. Ler Adolescente nos trintas [...]<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/06/adolescente-nos-trintas/">Adolescente nos trintas</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Perguntei à minha mãe se não teria &#8220;um prato ou coisa do género&#8221; que me pudesse ceder, de modo a eu ter um sítio fixo onde pousar a carteira e as chaves quando chego a casa. Deu-me um bonito cinzeiro em cobre, mas com uma advertência: &#8221;Não é para começares a fumar&#8221;.</p>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/06/adolescente-nos-trintas/">Adolescente nos trintas</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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		<title>Passar a mão pelo pêlo</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 00:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escárnio e Maldizer]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo este artigo um sábado à noite. Devia ter saído e estar neste momento a beber uns copos na fria e agorafóbica noite do Porto, mas decidi-me ficar em casa devido a um certo sentido de dever; nomeadamente, a execução de um certo trabalho de cariz informático para o qual existe uma certa urgência. No entanto dou por mim a escrever este artigo, e a decidir-me a deixar para amanhã, e se nada melhor houver para fazer, aquilo que teria que ter feito hoje. Isto porque não gosto<em> que me passem a mão pelo pêlo</em>.</p>
<p>Abomino, aliás. Se não quero saber o quão bom é o meu trabalho antes de estar concluído, como encaixar os elogios que precedem os primeiros <em>bits</em>? <em>Ninguém dá nada a ninguém</em>, e mesmo que as palavras sejam gratuitas não deixo de associar uma mão no pêlo a <em>água no bico</em>.</p>
<p>Entendo que muitos se deixam levar por uma figurativa<em> festa no couro cabeludo</em>. A lisonja é um bom lubrificante social, o Redex Bala da micro e pequena política. Queremos ouvir palavras simpáticas acerca de nós; em troca de uma pequena massagem na auto-estima fazemos favores, confiamos. No entanto, alguns de nós têm a pele calejada &#8211; ou um cabelo estilo palha-de-aço, que dói quando lhe fazem festas com pouco jeito. A minha auto-estima depende de mim, como indica o prefixo <em>auto-</em>. Depende da minha <em>auto-</em>crítica relativamente às <em>minhas</em> acções; se falamos de trabalho, relativamente à obra feita. Uma <em>mão pelo pêlo</em> retira-me qualquer autonomia.</p>
<p>Uma vez dei por mim <em>a passar a mão pelo pêlo</em> a uma colega que achava atraente, cheio de <em>água no bico</em>. Respondeu-me que eu era livre de elogiar obras concretas, mas não me permitia que generalizasse tais elogios à pessoa. Em retrospectiva, fui foleiro e tive a resposta merecida.</p>
<p>Quando gostamos do que fazemos, não precisamos de ouvir certas merdas.</p>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/01/passar-a-mao-pelo-pelo/">Passar a mão pelo pêlo</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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		<title>Regresso ao trabalho</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 12:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
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		<description><![CDATA[Passei as férias a escrever uma espécie de livro grande que tinha que ser entregue num sítio. Infelizmente agora terei que voltar ao trabalho: a procrastinação não pode esperar mais. Ler Regresso ao trabalho n'O Procrastinador Profissional...<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2010/10/regresso-ao-trabalho/">Regresso ao trabalho</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-291" title="Dissertação" src="http://www.cafeina.org/ed/wp-content/uploads/2010/10/dissertacao.png" alt="" width="500" height="295" /></p>
<p>Passei as férias a escrever uma espécie de livro grande que tinha que ser entregue num sítio. Infelizmente agora terei que voltar ao trabalho: a procrastinação não pode esperar mais.</p>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2010/10/regresso-ao-trabalho/">Regresso ao trabalho</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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		<title>Vinde ver!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ler Vinde ver! n'O Procrastinador Profissional...<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2010/05/vinde-ver/">Vinde ver!</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_277" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a class="vt-p" href="http://peertopeer.tumblr.com/"><img class="size-full wp-image-277" title="Peer-to-Peer" src="http://www.cafeina.org/ed/wp-content/uploads/2010/05/peer-to-peer.jpg" alt="" width="500" height="698" /></a><p class="wp-caption-text">Não é só de procrastinação que vive o Procrastinador...</p></div>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2010/05/vinde-ver/">Vinde ver!</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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		<title>Da fortuna</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 04:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ed]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Barata]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
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		<description><![CDATA[Descobri a weltschmerz aos 8 anos quando li, num livro de Astronomia Juvenil do Círculo de Leitores indicado para dos 9 aos 12 anos, que daqui a vários milhares de milhões de anos o Sol tornar-se-à uma estrela gigante que devorará meio Sistema Solar, a nossa Terra incluída. Perdi o sono durante meses, pois tinha [...]<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2010/03/fortuna/">Da fortuna</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Descobri a <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Weltschmerz">weltschmerz</a></em> aos 8 anos quando li, num livro de Astronomia Juvenil do Círculo de Leitores indicado para dos 9 aos 12 anos, que daqui a vários milhares de milhões de anos o Sol tornar-se-à uma estrela gigante que devorará meio Sistema Solar, a nossa Terra incluída. Perdi o sono durante meses, pois tinha descoberto a morte (até essa idade não tinha tido qualquer morte na família), e por sinal a inevitável morte última de toda a vida na Terra. Descobriria mais tarde mas sem trauma que me recorde que na realidade essa morte total está a alguns interruptores de distância. Que menino era eu!</p>
<p>Passaram entretanto mais de duas décadas que incluiram o divórcio dos meus pais, mortes na família, desistências de cursos, negócios falhados, traições, amizades desagregadas e rejeições com diferentes graus de cortesia; vinte e poucos anos de episódios que magoaram, dos banais e cinicamente previsíveis aos mais bizarros e absurdos,<em> e dos quais ninguém, nem sequer eu próprio, tem o direito de sentir qualquer pena</em>. É nisto mesmo que viver consiste: existem acontecimentos passados que magoaram profundamente e entretanto se tornaram meras anedotas, e existem coisas que continuam a magoar, ou pelo menos a condicionar quem somos. A tristeza significa insatisfação, porque queremos uma vida de alguma forma melhor.</p>
<div id="attachment_262" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-262" title="Barco afundado" src="http://www.cafeina.org/ed/wp-content/uploads/2010/03/106242160_53db4467c7_b-500x361.jpg" alt="" width="500" height="361" /><p class="wp-caption-text">O facto de metermos água não implica que nos tenhamos atirado propositadamente contra as rochas. Na maioria dos casos, é pura má sorte.</p></div>
<p>Não me considero um exemplo de estabilidade emocional. Acordo com um <em>&#8220;f*da-se!&#8221;</em>, saio de casa com um ardor lacrimejante nos olhos, estou eufórico a meio da tarde e regresso a casa prestes (mas nunca para lá disso) a esvair-me em lágrimas por causa de qualquer coisa como a previsão do tempo. O meu retorcido estado emocional não acompanha sequer aquilo que me vai acontecendo; acompanha apenas o retorcido que eu próprio sou.</p>
<p>No entanto, nunca saberei se aquilo que eu penso acerca de mim próprio será uma boa imagem da minha estabilidade emocional. Uma amiga minha refere-se frequentemente à minha &#8216;carapaça&#8217;, &#8216;armadura&#8217;, &#8216;pele de rinoceronte&#8217;, como se de alguma forma os dramas do passado tivessem feito &#8216;calo&#8217; no meu coração e na minha mente. E surpreendo-me, de facto, pelas aparentes vulnerabilidades de pessoas próximas, pela forma como me rotulam de campeão do estoicismo. Eu conheço o meu <em>&#8220;f*da-se&#8221;</em> matinal, não existe ponta de estoicismo nele &#8211; pelo contrário, está cheio de autocomiseração (que só me começa a passar após o duche). O que prova que nestas coisas das emoções tudo é relativo, e é fácil vermos os outros como seres sem emoções pelo simples facto de que apenas sentimos as nossas. E admito que, independentemente do que sinto, não acredito no cortar de pulsos, real ou figurativo. O Menino da Lágrima é uma má pintura.</p>
<p>Não posso esquecer contudo a triste verdade: quase ninguém se interessará, independentemente da minha atitude. E falar das emoções, mesmo que positivas, raramente resultará em algo de bom.</p>
<p>Antes pelo contrário. Somos vistos como <em>falhados</em> se admitimos que por vezes falhamos. Fazemos parte de uma sociedade que adoptou os valores, a meu ver absolutamente detestáveis, de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ayn_Rand">Ayn Rand</a>: o valor de alguém é quantificável e mede-se pelo dinheiro que esse alguém ganhou; coisas subjectivas tais como &#8216;ser boa pessoa&#8217; de nada interessam. Perante isto, falar de sorte e azar será a desculpa dos <em>losers</em>.</p>
<p>Exceptuando tragédias que envolvam a morte ou doenças graves (e nem sempre serão motivo de excepção), na realidade somos culpabilizados pelos nossos infortúnios. Uma má colheita? Dizem-nos que foi uma má opção de investimento, <em>loser!</em> Rejeitados no amor? Dizem-nos que existe uma causa, invariavelmente nossa culpa &#8211; <em>losers</em> &#8211; seja porque não temos a cara do Brad Pitt, seja porque não temos dinheiro suficiente para cativar quem queríamos &#8211; por exemplo fazendo a plástica que nos põe a cara igual à do Brad Pitt, ou comprando uma droga que nos proporcione uma auto-estima injustificada. O que segundo a MTV é o que os <em>winners</em> fazem. E se não temos dinheiro, é nossa a culpa de não conseguir um bom emprego - <em>loser! Tu e os restantes 10% de desempregados, os estagiários e os precários! </em>Sendo evidente o facto de que é estatísticamente impossível todos sermos machos alfa, bonitos e ricos, somos não obstante culpados de não o sermos, e marginalizados se não o desejarmos.</p>
<p><em> </em>Aboliu-se a distinção vital entre os binómios sorte &#8211; azar e mérito &#8211; demérito; muitos livros de Gestão dizem-nos que somos nós que temos que estar preparados para ter sorte, responsabilizando-nos por ela. Esta ligação entre sorte e mérito cria personalidades monstruosas quando a humildade é posta de parte &#8211; pessoas hiperdefensivas com sorte e sem mérito, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Solipsism">solipsistas</a> com sorte e com mérito. E a humildade é, dizem-nos, coisa de <em>losers</em>.</p>
<p><em> </em><a href="http://www.ted.com/talks/alain_de_botton_a_kinder_gentler_philosophy_of_success.html">Alain de Botton explica melhor</a>.</p>
<p>Restam os verdadeiros amigos. Os que nos ouvem e querem ouvir. E nos concedem que tivemos má sorte.</p>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2010/03/fortuna/">Da fortuna</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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