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	<title>O Procrastinador Profissional &#187; vida real</title>
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	<description>Observações e comentários preguiçosos, por Eduardo Morais.</description>
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		<title>Caro André</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 01:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[II Grande Depressão]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não será nem <a href="http://www.cafeina.org/ed/2009/06/entre-uma-rocha-e-um-sitio-duro/">a primeira</a> nem <a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/08/entalados/">a segunda vez</a> que aqui me refiro ao assunto. Será a terceira vez, o que me aborrece, porque escrevo sobre algo que para mim é tão evidente que se eu estiver tão incorrecto como transparece pelos comportamentos que observo e as opiniões que oiço mais vale que me submeta ao cativeiro de uma instituição que trate quimicamente os delírios e as visões. É que do meu ponto de vista, não só é errado aceitar trabalhar gratuitamente (excepção feita ao serviço de causas não lucrativas), como também é profundamente <em>imoral</em>.</p>
<p>Daí, <a href="http://www.e-clique.com/destaque/geracao-andre/">André</a>, que tenha que te confessar algo terrível, usando covardemente o meu blog para te dizer sem rodeios aquilo que, caso nos encontrássemos cara-a-cara, abordaria com cuidado para não provocar desacatos: não tenho pena de ti. Não simpatizo com a tua situação, e tenho de facto um pouco de desprezo pelas tuas acções. Porque por mais brilhantismo e dedicação que tenhas demonstrado ao teu rico &#8216;empregador&#8217; durante os seis meses de trabalho não-remunerado, tu não és nenhuma vítima de exploração, não és nenhum oprimido. Pelo contrário André: és tão opressor como aquele que lucrou com o teu trabalho.</p>
<p>Roubaste, André. Seis meses de salário a alguém que teria o teu trabalho se este tivesse que ser pago. Deves isso a alguém que perdeu o emprego pela tua disponibilidade sacana em trabalhar gratuitamente. Deves isso aos teus colegas de curso sem emprego nem subsídio, futilmente fazendo <em>refresh</em> ao Carga de Trabalhos em casa dos pais, desesperando quando as palavras &#8216;estágio&#8217; e &#8216;não-remunerado&#8217; encerram a maioria dos anúncios promissores. André, deves esses seis meses a todos aqueles que na tua área se viram obrigados a emigrar ou estão nos <em>call centers</em> a tentar a explicar a alguém muito idiota que não têm maneira de saber qual o nome do restaurante que tem azulejos azuis em Águas Santas, que a Vodafone não é omnisciente. Fazem-no porque têm que pagar uma renda, porque têm filhos para cuidar, porque têm a dignidade de saber que o seu saber tem um preço.</p>
<p>Põe-te na pele do maldito patrão. Sim, eu também não o tenho em grande conta, sei bem que será provavelmente um seboso, um ganancioso. Imagino-o um decadente da era Maio &#8217;68 &#8211; 25 de Abril e tão obcecado em rapar o fundo do tacho da sua virilidade que só pensa em foder alguém, nas mais diversas formas. Ou então imagino-o um dos tais rebeldes &#8216;rascas&#8217;, que passou do cu-ao-léu para a Manuela Ferreira Leite para o fascismo pessoal dos meritocratas sem mérito. Seja como for, esse patrão tem dois objectivos &#8211; conquistar clientes para o que quer que ele faça, e aumentar a sua margem de lucro. Para conquistar clientes, especialmente num país onde estes se cagam na qualidade das coisas, o patrão precisa de praticar preços baixos. Para aumentar o lucro, o patrão quer ter as menores despesas possíveis. Daí não ser possível censurá-lo de todo, por mais repugnante que seja a pessoa em questão, se o patrão vai ao mercado e te encontra a ti, e a todos os outros Andrés &#8211; demasiado preguiçosos para se dedicarem a projectos próprios, demasiado interesseiros para participar em causas não-lucrativas -, a oferecerem gratuitamente os seus serviços.</p>
<p>Mas continuas a achar que a tua situação actual, sem futuro depois de chutado sem cerimónia no final de seis submissos meses a gerar lucros, não é culpa tua. Que o único problema é que os sacanas dos patrões não te pagam. Pois bem, a EDP não diz aos teus patrões que a electricidade será gratuita. A Galp não oferece gasolina gratuita para os carros da empresa. Mas tu nem uma mísera comissão exigiste, André!</p>
<p>A culpa é toda tua André, tua e dos restantes Andrés, os que vieram antes e os que saltaram para o teu lugar no dia seguinte à tua saída. Sustentado pelos teus pais, jogaste sujo e deste cabo da carreira aos teus colegas de curso que realmente precisam de trabalho. Jogaste sujo e fizeste que colegas de profissão mais velhos perdessem os seus empregos, com poucas perspectivas de os recuperarem. E ainda achas tudo isto bem; que os medíocres devem ceder o lugar aos capazes, que com a tua energia, juventude e mérito o sector onde trabalhas será purificado.</p>
<p>Pois, o &#8216;mérito&#8217;. Medido por quem? Por ti, que vendeste a tua espetacularidade a zero euros mensais? Ou pelos gestores inaptos ou maliciosos que desmotivaram trabalhadores capazes, que lhes colocaram objectivos impossíveis ou em áreas fora das suas capacidades, empurrando-os para o demérito? Achas que não te poderá acontecer a ti, ser levado numa purga? É que se estás sem trabalho depois de seis meses não remunerados, já te aconteceu. O teu &#8216;mérito&#8217; foi teres saído barato.</p>
<p>Diz-me uma coisa, André: trabalharias a troco de nada noutro país? Trabalharias a troco de nada na caixa de um supermercado, a atender telefonemas de idiotas, a apanhar fruta num cu-de-judas qualquer desde manhãzinha até ao sol se pôr? A fazer tarefas que consideras <em>abaixo</em> das tuas capacidades e qualificações?</p>
<p>Ai não?</p>
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		<title>Catálogo de pensamentos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 22:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[O Thought Catalog tira-me constantemente as palavras da boca e da ponta dos dedos. Apenas nas últimas horas, dois exemplos, aos quais dou o meu comentário pessoal sem acrescentar nada ao que estava lá escrito: 1. Um artigo em que o autor pede encarecidamente às pessoas com quem começa a travar amizade que o avisem atempadamente se [...]<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/11/catalogo-de-pensamentos/">Catálogo de pensamentos</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a class="vt-p" href="http://thoughtcatalog.com/">Thought Catalog</a> tira-me constantemente as palavras da boca e da ponta dos dedos. Apenas nas últimas horas, dois exemplos, aos quais dou o meu comentário pessoal sem acrescentar nada ao que estava lá escrito:</p>
<p>1. Um artigo em que <a class="vt-p" href="http://thoughtcatalog.com/2011/please-dont-hang-out-with-me-if-you-have-a-boyfriend/">o autor pede encarecidamente às pessoas com quem começa a travar amizade que o avisem atempadamente se tiverem namorado</a>. Estando essa situação longe de ser exclusiva do mundo <em>gay</em> a que o autor se reporta, dei por mim a concordar tanto que daqui envio um abraço sentido ao Ryan O&#8217;Connell. Quantas vezes não senti esse mesmo súbito embaraço perante a súbita menção, por parte de uma mulher com a qual achava que as coisas poderiam estar a ter uma evolução favorável, de um namorado ou (talvez pior) do seu enorme interesse noutro tipo qualquer? Que raio?! Vejamos: a minha perspectiva sobre alguém que esteja a começar a conhecer é a perspectiva de um homem heterossexual solteiro; não é, de todo, a perspectiva de um eunuco fraterno. Longos <em>chats</em>, trocas de mensagens, e um ou dois encontros para café, com que propósito? Se for pretendido como amigo, é provável que vá ouvir muitos desabafos sobre o tal namorado, portanto mais vale assumir a sua existência dele desde o início - se sentir essa empatia serei amigo de qualquer forma.</p>
<p>2. Também do Ryan O&#8217;Conell (que parece ser, em termos de monopólio sobre a produtividade, o NiceGuyEddie lá do sítio), um artigo <a class="vt-p" href="http://thoughtcatalog.com/2011/dont-wake-up-alone-on-a-saturday-morning/">sobre o acordar sozinho ao Sábado de manhã</a> e reflectir na futilidade de tudo o que fizemos durante a semana, na total ausência de uma progressão nas nossas vidas. Concedo que não há nada como ser solteiro para dar largas ao niilismo: todo o trabalho, todas as dores de cabeça &#8211; o eu estar aqui neste momento num café onde na mesa ao lado as pessoas não conhecem a etiqueta básica de cortar o som aos seus portáteis enquanto vêm vídeos &#8211; servem para quê? Qual o propósito de cada dia? Para provavelmente acordar sozinho no próximo Sábado; para ir sobreviver até ao seguinte, e até ao seguinte, tentando que pelo meio algo aconteça que mude a situação e me torne um pouco menos dependente da leitura de blogues como o Thought Catalog e dos desabafos de amigos e amigas para perceber que todos estamos no mesmo barco, e temos este tipo de pensamentos.</p>
<p>E vai daí, em vez de estar aqui a redizer aquilo que li com as minhas palavras &#8211; porque é aquilo que de facto penso -, direi apenas que o Thought Catalog no fundo é aquilo que eu queria que o <a class="vt-p" href="http://www.cafeina.org/">Cafeína</a> tivesse sido (daí ter mencionado o meu antigo <em>nickname</em>), mas que fui totalmente inábil (e imaturo demais) para conseguir.</p>
<p>E pronto. Ide.</p>
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		<title>Saudades de um mau veículo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 18:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
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		<category><![CDATA[carros]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje vi o meu antigo carro. Estava eu parado no semáforo ao volante do mais recente, e lá estava ele &#8211; a ratazana inconfundível, com a mesma matrícula e as mesmas jantes sem tampões. Reparei que o novo dono, ou dona, lhe colocou barras de transporte de bicicletas no tejadilho. Folgo em saber que o [...]<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/11/saudades-de-um-mau-veiculo/">Saudades de um mau veículo</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vi o meu antigo carro. Estava eu parado no semáforo ao volante do mais recente, e lá estava ele &#8211; a ratazana inconfundível, com a mesma matrícula e as mesmas jantes sem tampões. Reparei que o novo dono, ou dona, lhe colocou barras de transporte de bicicletas no tejadilho. Folgo em saber que o carro que conduzi durante mais de dez anos continua a meter-se em aventuras.</p>
<p>É verdade que <a href="http://www.cafeina.org/ed/2009/08/o-carro/">em tempos fantasiei carregá-lo de artigos pirotécnicos e empurrá-lo de uma falésia</a>, mas a nostalgia é mesmo assim que funciona. Gostei de o ver.</p>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/11/saudades-de-um-mau-veiculo/">Saudades de um mau veículo</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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		<title>Entalados</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 19:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
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		<category><![CDATA[II Grande Depressão]]></category>
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		<description><![CDATA[Vivemos num mundo em que existem mais pessoas do que trabalho para ser feito. Isto não significa que exista um excesso de população. Trata-se de um rácio. A computação, a automação, as eficiências necessárias para alimentar sete mil milhões de bocas e vestir sete mil milhões de corpos, levam a que exista uma grande insuficiência [...]<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/08/entalados/">Entalados</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_398" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-398" title="Kill the poor" src="http://www.cafeina.org/ed/wp-content/uploads/2011/08/ktp-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /><p class="wp-caption-text"><i>Eat the Rich / Kill the Poor</i>, do <a href='http://www.democracia.com.es/proyectos/eat-the-rich--kill-the-poor/'>colectivo Democracia</a>, 2010</p></div>
<p>Vivemos num mundo em que existem mais pessoas do que trabalho para ser feito. Isto não significa que exista um excesso de população. Trata-se de um rácio. A computação, a automação, as eficiências necessárias para alimentar sete mil milhões de bocas e vestir sete mil milhões de corpos, levam a que exista uma grande insuficiência de coisas importantes para fazer. Poucos cultivam a terra, poucos são necessários nas fábricas a fazer coisas importantes. Fazem-se produtos que duram pouco para poder empregar quem os faça, destrói-se o Ambiente para se fabricarem inutilidades que empreguem mais homens do lixo e mais pessoas no processo de reciclagem. Inventam-se Gestões, <em>Marketings</em>, <em>Designs </em>de estratégias de investimento criativo, Consultorias de certificação ISO e outras tantas inutilidades com o objectivo de ocupar um número adicional de seres humanos enquanto participantes na economia; enquanto se empilham pós-doutoramentos em cima de doutoramentos, doutoramentos em cima de mestrados e estes em cima de pós-graduações, de modo a tentar atrasar a entrada de outros tantos desafortunados num Mercado de Trabalho tão deserto de emprego como o do Bom Sucesso o é de legumes.</p>
<p>O pouco trabalho que existe será de quem se oferecer para trabalhar mais por menos, seja o operário Chinês, seja o estagiário. A perversa aritmética deste sistema não deixa espaço para reinvindicações nem recuos: o desespero, aonde quer que ele exista, furará qualquer greve. Qualquer dita Utopia pressupõe ou o genocídio dos discordantes ou a fome daqueles que uma utopia regressiva não conseguirá alimentar. Apenas podemos andar para a frente e aguentar-nos à bronca. Só uma escolha pessoal que constitua uma força colectiva pela justiça, pela solidariedade e pela ciência, nos pode ajudar a sair deste desconforto em direcção a um destino incerto &#8211; em vez do desastre certo.</p>
<p>Mas como?, quando aqueles a quem a vida corre bem tendem a sentir-se Eleitos e Iluminados e de algum modo superiores aos restantes &#8211; a ralé preguiçosa, descrente, merecedora do seu infortúnio&#8230;</p>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/08/entalados/">Entalados</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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		<title>Adolescente nos trintas</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 13:25:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Ed]]></category>
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		<description><![CDATA[Perguntei à minha mãe se não teria &#8220;um prato ou coisa do género&#8221; que me pudesse ceder, de modo a eu ter um sítio fixo onde pousar a carteira e as chaves quando chego a casa. Deu-me um bonito cinzeiro em cobre, mas com uma advertência: &#8221;Não é para começares a fumar&#8221;. Ler Adolescente nos trintas [...]<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/06/adolescente-nos-trintas/">Adolescente nos trintas</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perguntei à minha mãe se não teria &#8220;um prato ou coisa do género&#8221; que me pudesse ceder, de modo a eu ter um sítio fixo onde pousar a carteira e as chaves quando chego a casa. Deu-me um bonito cinzeiro em cobre, mas com uma advertência: &#8221;Não é para começares a fumar&#8221;.</p>
<p><br />Ler <b><a href="http://www.cafeina.org/ed/2011/06/adolescente-nos-trintas/">Adolescente nos trintas</a></b> n'<a href="http://www.cafeina.org/ed">O Procrastinador Profissional</a>...</p>
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